Sistema operacional para casas de banho social. Feito pelos donos do Tarrafa Club, em Florianópolis.
Bathhouses, saunas, circuitos termais e clubes de contraste
Para quem é
Uma casa de banho social vende lugar, não horário com alguém. Às sete da noite cabem doze pessoas no circuito, e o trabalho da casa é fazer esse número valer: quem reservou, quem é membro, quem está na fila, quem já entrou, e se a sauna vai estar quente quando a próxima turma chegar.
O Banya é o sistema em que esse dia roda. Cuida da grade de sessões, das reservas e da fila, dos planos e créditos de quem volta toda semana, da porta e do turno. Não é agenda de terapeuta, nem PMS de hotel, nem sistema de academia. É para bathhouses, saunas, circuitos termais e clubes de contraste: casas onde muita gente se banha junto.
O sistema
Um dia na casa
- 06:40
Antes de abrir
A sauna esquenta enquanto a equipe confere o dia. A manutenção do plunge, marcada para as três da tarde, já tirou aquela sessão da venda, cancelou as reservas e devolveu o que estava pago.
Operação - 09:00
A grade do dia
Cada sessão tem começo, fim e um limite de pessoas: social de noventa minutos para doze, ritual de aufguss para dezesseis, o evento de sábado. A grade sabe quantos lugares sobram e não vende o décimo terceiro.
Sessões - 12:30
Reserva e fila
A reserva chega pela página da casa, sem cadastro, com um código de seis letras. A sessão das sete lotou de manhã; quem pediu depois está na fila, na ordem em que pediu, e sobe sozinho se alguém cancelar.
Sessões - 18:52
Na porta
O hóspede digita o código no kiosk, aceita o termo na primeira visita e entra. Quem veio sem reserva entra se houver lugar e paga ali mesmo. A recepção vê quem já está na casa e quem ainda não chegou.
Check-in - 19:00
Quem é da casa
Metade da turma é membro. O plano emitiu os créditos no começo do mês, a reserva usou um, e a linha está no razão. Ninguém precisa conferir saldo numa planilha no fim do turno.
Assinaturas - 22:20
Fecha o turno
Lugares ofertados e usados, no-show, receita registrada, por tipo de sessão e por hora da semana. São os números que o P&L de uma casa de banho usa, e eles saem do que aconteceu na porta.
Operação
O registro da casa
Um lugar só onde reserva, crédito e porta dizem a verdade.
Saldo de crédito é o tipo de número que ninguém pode inventar, nem a recepção, nem um assistente. Por isso o Banya é o registro da casa: cada reserva, cada crédito emitido e cada entrada na porta ficam num lugar só.
O dono pode perguntar ao próprio assistente como foi a ocupação da semana ou quais sessões de quinta ainda têm lugar. O Banya responde por MCP, com o mesmo login e as mesmas permissões da equipe. A recepção continua com uma tela rápida, porque às sete da manhã ninguém quer conversar com um agente.
- resumo do dia
- sessões com lugar
- ocupação
- hóspedes e saldos
- reservas
- fechar uma sessão
- registrar a venda de um plano
Vendido à parte
Presentes
O único produto Banya que a casa compra sem trocar nada. Para spas, estúdios de massagem, saunas e bathhouses que já rodam com outro sistema.
A casa ganha uma loja de vale-presente com a própria marca, entrega no WhatsApp e resgate em qualquer navegador. A agenda, o PDV e o site continuam como estão, e o dinheiro cai no adquirente da casa.
Como funciona PresentesRitual para dois
Casas
Onde muita gente se banha junto
Primeiro a casa, depois o sistema
O Banya nasce dentro de uma casa. O Tarrafa Club, casa de banho social em Florianópolis, é a primeira casa no Banya e a referência do produto: é lá que cada regra da grade e da porta vai ser testada antes de chegar às outras.
O Tarrafa está em desenvolvimento, ainda sem data de abertura. O que aprendermos lá vira produto; o que ainda não aprendemos, como o jeito certo de abrir uma casa do zero, não está à venda.